Pensar · Desenhar
Nibbles
CRM para agência
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O problema
Não é “um CRM”. É uma agência que precifica no achismo.
Os projetos são vendidos por serviços diferentes — vídeo institucional, e-learning, clone de IA, onboarding, conteúdo editorial — com margens que variam de 29% a 51%. Ninguém sabe disso na hora de fazer a proposta. Fecha-se pelo que parece razoável, e a margem se descobre no fim.
E há o segundo problema, o do funil que para sozinho: um negócio parado há nove dias sem ninguém notar.
O que fizemos
Leitura do problema e desenho da solução — as duas primeiras etapas, sem construção.
A tela abre com o que exige ação, não com o dashboard. O primeiro bloco é sempre o do negócio que travou — com há quantos dias, o valor em risco e um botão para cobrar retorno. Quando o funil está em dia, é esse mesmo bloco que diz que está. Métrica sem ação é relatório.
Margem por serviço fica ao lado de ticket por serviço. É o cruzamento que desfaz a confusão mais cara da agência: ticket alto não é margem alta.
E o insight é específico ao ponto de ser acionável. Não “revise seus preços”, e sim: cada cena com drone acrescenta um valor ao preço, custa quase três quartos disso para produzir, e derruba a margem em três pontos — vale revisar a tabela desse adicional.
O resultado
Não existe resultado de operação, porque não houve operação — este é um exercício de produto, não um contrato.
O que ele mostra é o raciocínio: como a Curiel lê um problema de precificação e o que decide antes de desenhar a primeira tela. Inclusive o que ainda é hipótese: na própria interface, o que depende de dado que ainda não existe está declarado como tal.

